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Berlim, 20 anos depois

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Minha primeira matéria publicada. Como é Berlim, 2o anos depois da queda do muro.

Vinte anos depois, Muro de Berlim vira símbolo da tolerância na Alemanha unificada

Mais fotos do Arnaldo, link.

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Climinhas e sensações – Berlim

Este vídeo foi feito por uma colega minha do curso de coolhunting quando fomos a Berlim. Eu gostei demais dele porque dá pra sentir a sensação de chegar,  estar e  ir de Berlim.

Bárbara é designer de iluminação e tem uma sensibilidade bastante interessante. Para quem quiser ver seu site, aqui esta : uthlas y su mundo particular.

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Ruína é charme

Já perdemos muito tempo tentando definir o que é o belo. E com certeza não chegamos a muitas conclusões ou acordos. Um lado muito verdadeiro de Berlim é o sentimento de preservação das coisas do passado e também um respeito muito grande a diferentes manifestações, ideais e tribos.  Talvez seja por isso que a paisagem de lá seja tão bela da forma que é.

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Ruínas e grafites fazem tão parte da paisagem que chegam a ser não só patrimônio, mas o mais obvio estado de ser da paisagem. O underground é básico. Fica normal ter uma praça com brinquedos pichados e é até cool.

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Novas propostas de comércio também não se fazem por menos. Dá pra encontrar um café pichado por fora e super moderno por dentro, um hostal moderninho no meio de antigas instalações de fábricas e outras criações mais.

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Contrastes da cidade

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Modernos edifícios com escritórios de negócios ocupam uma das zonas que era um vazio ocupado pelo muro e seu entorno inóspito. Nada sobrou do que meras amostras do muro por ali. Postdamer Platz junto com uma extensa programação de espetáculos teatrais e musicais dão o tom de outra veia de Berlim mais moderna, que também faz parte da cidade, reflexo do movimento de reconstrução e da promoção cultural que a cidade sempre teve.

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Como todos os teatros acabaram ficando do lado leste na divisão da cidade, novos foram construídos no lado oeste. Depois da queda eles foram somados e grandes e numerosos teatros, cinemas e casas de espetáculos constroem um calendário bastante agitado.

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cinemaxx

Há também muitos shoppings e ruas de grandes centros de compra como a famosa Kadewe (ainda falarei mais sobre ela).

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Os antigos bairros do lado leste, como Prenzlauer Berg, Friedrichshain e Kreuzzberg hoje são os mais charmosos da cidade, isto pela presença dos principais atores desta cultura underground, artistas, punks, gays, novos designers. Os melhores bares e discotecas do momento estão por ali. Lojas de vinil, artigos vintage, novos estilistas, muitos outros lugares e gente interessante nos fazem perder horas ali.

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Berlim: uma cidade de estética contestadora

Já deu um play em alguma música do post anterior? Então ponha pra tocar para entrar no clima.

O que você pensaria se visse este carro na rua?

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Estamos em Berlim e aqui, grafites e pichações fazem não só parte da paisagem da cidade como estão intrinsecamente ligados à sua história e à sua forma de vida. Parece ser a mais instintiva (no sentido da intensidade) forma de manifestação e expressão.

Esta cidade que tanta história tem para contar preferiu não sucumbir simplesmente à renovação urbana, pelo contrário, mantém as feridas passadas e atuais à mostra num movimento de resistência constante.

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corredor

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Uma das maiores concentrações de grafite por m² pode ser visto no Tacheles. O prédio em ruínas já foi centro comercial na década de 20, escritório do partido nazista e condenado a demolição em conseqüência dos ataques sofridos na Guerra, mas após queda do muro foi invadido por artistas, tornando-se foco de criações e filosofias de vida alternativos.

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Hoje é um centro cultural com endereço de vários artistas e eventos, mas já não considerado criadouro de novos artistas e pensadores, que foram em direção ao outros bairros menos centrais do antigo leste.

Achei um post legal de 2005 num blog de um editor do Minnesota Independent,  sobre esta região. Para os curiosos: http://eyeteeth.blogspot.com/2005/09/tacheles-creative-autonomy-berlin.html

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Gay is the new punk

Como começar a falar de Berlim? A cidade é tão cheia de personalidade, tão pulsante ………. decidi colocar uma amostra do som que tem rolado por lá que diz muito sobre a atmosfera do  lugar. A extrema tolerância aos homesexuais e manifestações de qualquer espécie estimula experimentações e produções criativas.

Gay is the new punk. The nuclear familyElectropunk

Too Much. Bonaparte Electro Indie

Yadi Yadi. Gudrun GutExperimental Electro

Star Escalator .SensoramaElectro Garage

O Ste McCabe (Queer Punk.)não tem nenhum vídeo no youtube e é inglês, mas pra mim é o som que mais representa a cidade.  Link do MySpace: http://www.myspace.com/stemccabe

ste-mccabe

Outro som que não poderia deixar de ao menos citar é o folk (quê de nostalgia), que tem ganhado força na Europa e marcado presença em vários clubes e bares de Berlim.

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