Consumidor usa internet por justiça frente à United Airlines

Os produtos lowcost estão se proliferando no mercado lançando  junto com eles a dúvida de como construir uma marca dentro da filosofia de preço, respeitando e criando laços com o consumidor. Ainda quero fazer esta reflexão aqui, mas enquanto isso, falemos um pouco das líderes deste movimento, as companhias aéreas.

Passando este ano em ponte aérea Madri – Barcelona e tentando fazer vários roteiros para aproveitar este tempo na Europa, vivi de perto o drama lowcost do consumidor.

Primeiro em primeira pessoa. A Vueling, empresa lowcost que tentou criar uma ponte com o consumidor com uma imagem descolada, funcionários atenciosos e plano de milhagem, foi com certeza minha pior decepção. Depois de uns 20 trechos voados com a empresa pelo menos, tudo que tenho para contar são histórias tristes: cancelamento de um vôo sem avisar, junto com uma resposta de que me enviaram inclusive um torpedo avisando ao telefone do meu marido (o que nunca aconteceu) e que me fizeram um favor em alocando em outro vôo no dia seguinte sem nenhuma assistência. Mais uma promoção do meu programa de milhagens em que o preço das taxas que eu teria que pagar era o mesmo que comprar uma passagem livre, uma não devulação de vôo não ocorrido por conta da neve, prevista no regulamento do setor, e uma propaganda enganosa em que eu teria descontos para mim e acompanhantes na próxima viagem, que só valiam para mim.

As última cenas antes de vir para Londres me pareceram ainda mais sérias. Num vôo entre Madri e Alicante da Ryanair, eu e Arnaldo tivemos que carimbar o bilhete de check in para conferir nosso visto antes de viajar dentro da própria Espanha, sendo que tinhamos em mãos nossa identidade de residência de estudos. Outro passageiro, europeu, que também tinha residência foi impedido de viajar dentro da própria Espanha por não estar com passaporte em mãos. E só para completar o desespero assisti a negação do vôo de uma menina estrangeita pela empresa EasyJet, que já tinha sido autoriza pela polícia federal local para viagem porque seu documento estava com data vencida, porque a Easyjet não reconhecia o documento da Estrangeria Espanhola autorizando o trânsito.

Eu poderia dizer que são histórias de lowcost,  e  histórias que se passam na Espanha, mas parece que esta aceitação de queda da qualidade de atendimento invade outras empresas e não vejo nehnhum órgão de defesa do cosumidor atuando.

Nos EUA, a empresa United Airlines, num verdadeiro desprezo pela bagagem dos passageiros quebrou a guitarra de uma banda. E não foi só isso, enrolou o passageiro um bom tempo sem reparar o dano. A banda não deixou por menos e respondeu com as ferramentas que tinha: música e internet.

Depois da repercussão da história a empresa ofereceu ressarcimentos.Veja a história:

Este é o futuro do atendimento que teremos daqui para frente com as companhias aéreas? O lowcost tem viabilidade dentro de padrões de respeito e atendimento ao consumidor? Em breve…

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